
Um é a questão dos desastres, das mudanças climáticas. O Estado do Rio de Janeiro viveu recentemente a tragédia de muitas chuvas, enchentes, desabamentos. Sabendo que vamos ter desastres naturais, eu estava me preparando não só para trabalhar no sentido de evitar os desastres, como para reduzir a perda de vidas e de bens materiais quando esses eles acontecem. Isto quer dizer uma política de resposta rápida e de prevenção.
Outro desafio muito próximo deste é o desafio do petróleo. O Rio é o maior estado produtor de petróleo. Nós produzimos 85% do petróleo do Brasil e temos 90% das reservas. Por isso é um grande desafio explorar o petróleo com segurança nos mares. Eu trabalho com esse tema há muito tempo, vi de perto muitos dos desastres provocados pela exploração do petróleo.
O transporte no Rio ainda é caótico. Parte porque existe uma relação espúria entre políticos e donos de ônibus, e isso nós vamos atacar. Mas parte também porque não há investimento em infra-estrutura. Não há uma organização destinada a dar ao carioca e ao fluminense um transporte barato, sobretudo confortável e rápido.
No campo da educação, temos tudo a fazer no ensino médio, como mostrou o recente relatório do IDEB. Não estamos avançando como poderíamos, e temos que ter uma capacidade de preparar mais aqueles que querem cursos técnicos, e fazer com que eles desabrochem.
A saúde no Rio de Janeiro hoje é muito centrada na emergência. A emergência é necessária, tem que ser competente, mas tem que haver outros setores articulados com ela. Por exemplo, a prevenção. Eu quero fazer mutirões para permitir que a população faça exames. Quero que haja centros de diagnósticos onde o pobre possa fazer um check-up, porque isso é muito importante. Isso é até econômico. Nós conseguiremos economizar muito com essa prevenção.
Na questão da segurança, queremos avançar um pouco mais no que existe. Sempre falamos que era necessário retirar os traficantes e os milicianos do controle das comunidades.
Como o nosso cobertor é um curto, temos que pensar no estado no conjunto. No Rio de Janeiro, na Região Metropolitana e no interior. Se respondermos bem a esses desafios, acredito que a gente estará realmente preparando o estado do Rio de Janeiro para o século 21, para as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Uma preparação que envolva não só um acontecimento para a capital, mas um evento que beneficie todo o estado, com um projeto turístico que pense a capital e o estado no seu conjunto.
Mais informações sobre meus projetos você pode encontrar em meu Programa de Governo, no endereçowww.gabeira43.com.br. Obrigado!
Fonte: http://diariodorio.com/por-que-gabeira-quer-ser-governador/
RT @viviannevilela: Ao pensar em um site é preciso saber PARA QUE SERVE, não como funciona diz @radfahrer #sebrae — startupi
Um designer sabe que atingiu a perfeição não quando há nada a acrescentar, mas quando não há nada a retirar. — Antoine de Saint-Exupéry
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